quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Happy Hour Fotográfico na Montanha

 


 - com Waldyr Neto


Venha brindar no topo de uma montanha ao pôr do Sol. Se você curte aventura ou fotografia esse programa é para você. Tem trilha, tem um lanche caprichado, tem oportunidade de fotografar a linda paisagem ou apenas curtir o momento. E ainda tem uma trilha noturna que dá toque de aventura pra fechar o passeio.

Nosso brinde na montanha - foto de Samille Reis

Esses eventos duram a tarde de sábado, e o participante ainda tem tempo para aproveitar o final de semana visitando o Centro Histórico de Petrópolis.

Se você curte caminhada e fotografia e gosta de se aventurar, entre em contato e reserve a sua vaga!

                                                                                       

Waldyr Neto, fotógrafo de expedições


Calendário: 

Próximas saídas:

O entardecer visto da Serra da Estrela


  • 19 de novembro - Serra da Estrela, trilha do Meu Castelo (evento confirmado - últimas vagas)

Entre em contato e solicite sua inscrição ou se preferir solicite a montagem de um grupo exclusivo com seus amigos em local e data de sua preferência.


waldyr.neto@yahoo.com.br






Depoimentos de quem já fez esse tipo de evento: 

Recomendo a todos! Participei do último Happy Hour, e achei fantástica a proposta, o visual, o grupo, e o entardecer que nos brindou com um lindo crepúsculo. Parabéns Waldyr 🙌 Bismark Duarte.

Digo por mim mas acho que muita gente tem a mesma opinião. Montanha, trilha, fotografia, boa companhia... isso é muito bom! Agora, acrescenta um lindo pôr do sol, vinho e um lanche delicioso... gente... Waldyr, confesso que fiquei com dó quando disse que carregava vinho e taças naquela mochila enorme, achei loucura mas, foi sensacional! Hahaha... Esse Happy Hour Fotográfico na Montanha está aprovadíssimo⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️  Que dia gostoso! Flaviane Koti.

Tive o prazer de participar deste magnífico evento, Happy Hour Fotográfico, percorrendo uma trilha com cenários fantásticos das belas montanhas da região de Itaipava, Petrópolis, Secretário, Araras, etc. A trilha inicia a uma altitude de cerca de 835m e chega-se ao topo da Pedra de Itaipava (em tupi-guarani Pedra que Chora) a 1.360m. Perfeito cenário para captar belíssimas imagens de crepúsculo, regado a vinho e quitutes. Parabéns Waldyr! Peter Dvorsak


Programação: 


Sábado:
  • Encontro após o almoço no Centro de Petrópolis e deslocamento para a trilha em veículos da expedição;
  • Trilha;
  • Chegada no cume, briefing e fotos do entardecer;
  • Happy Hour na montanha;
  • Descida noturna, retorno e encerramento.

O que cada um deve levar:
  • Mochila com equipamento fotográfico, incluindo tripé
  • Lanterna
  • Agasalhos
  • Cantil
  • Capa de chuva, poncho ou alguma outra proteção contra chuva.

Venha aproveitar esse momento com sua câmera ou celular.

Nosso lanche: 

Uma alimentação leve e saudável preparada pelo nosso guia de apoio Luizinho Salgueiro:

Nosso Happy Hour começa com um brinde aos aventureiros, com nossas taças de vinho iluminadas pelo sol. Depois temos o nosso lanche:
  • Frutas (bananas e frutas da época)
  • Brownie artesanal (amendoim, girassol, castanha, cacau, maca peruana, açúcar mascavo, chia, ginseng e guaraná)
  • Sanduíches com pães diferenciados e recheios diversos montados na hora.
  • Mel
  • Mate
  • Café
Obs.: Alguns itens do café podem variar conforme época e disponibilidade de ingredientes.


A trilha do Meu Castelo

Restrição:


O participante deve estar apto a fazer uma trilha classificada como leve superior = 2 horas de subida. Esta atividade não é recomendável para quem está muito acima do peso ou tem hábitos sedentários.



Investimento:

A participação no Happy Hour Fotográfico na Montanha custa R$ 360,  pagos 50% na inscrição e 50% até o evento. Isso dá direito ao translado do Centro de Petrópolis até a trilha, guiamento de trilha (2 guias), happy hour na montanha (lanche e vinho) e retorno a Petrópolis, além da curadoria em tempo integral do fotógrafo Waldyr Neto.

Para quem vem de fora de Petrópolis, recomendamos a hospedagem econômica num dos Melhores Hostels de Petrópolis, dando preferência para os que ficam no Centro Histórico, onde teremos nosso ponto de encontro e retorno. Opcionalmente o participante pode se hospedar em outras pousadas e hotéis de sua preferência.


Mau tempo e desistências: As condições de tempo não estão sob nosso controle e não fazem parte do pacote contratado. Tempo "nervoso" costuma ser bom para fotos de paisagem, e por isso faremos todo o possível para manter a programação. Mas em caso de chuva forte, o destino poderá ser alterado, ou num caso extremo a saída poderá ser cancelada e o participante ficará com crédito de 75% do valor pago. Caso o evento seja cancelado previamente, devido a uma previsão de mau tempo para todo o final de semana, o aluno poderá pedir reembolso de 50%, ou ficar com crédito de 100% do valor pago para participar de uma nova edição. Em caso de desistência do aluno, informada com até 10 dias de antecedência, o reembolso ou crédito será integral. Em prazos menores não está previsto o reembolso por desistência.

Entre em contato para reservar a sua vaga!

waldyr.neto@yahoo.com.br

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Relato da Expedição Fotográfica ao Peru - Trekking Salkantay

Por Waldyr Neto - 


No Carnaval deste ano fizemos a nossa primeira expedição internacional, em parceria com a Escapadas Online. O destino escolhido foi o Trekking Salkantay, no Peru. Nesse artigo vou fazer um relato com algumsa dicas e vou mostrar muitas fotos.

Clique no mapa para ampliar

Nosso roteiro começou em Cusco, antiga capital do império Inca. Situada a 3.400m de altitude, Cusco acaba sendo o local onde fazemos o início do processo de aclimatação em altitude. Cusco é uma cidade colonial, ou seja, uma cidade espanhola construída sobre uma cidade Inca - uma cidade alegre, colorida e com muitos atrativos.

Plaza de Armas - Cusco

Casamento em Cusco

A aclimatação em altitude é um capítulo à parte. Quando você chega em Cusco não sente muita diferença, mas basta subir a primeira escadinha ou rampa você percebe imediatamente os efeitos do ar rarefeito. Deixo aqui algumas dicas de aclimatação:


  1. Ao chegar em Cusco descanse umas 2 horas.
  2. O ar lá é muito seco. Beba litros de água por dia. Ande o dia todo com uma garrafinha de água na mão.
  3. Durma bem. No sono o metabolismo desacelera e a aclimatação fica mais crítica.
  4. Beba chá de coca à vontade. Isso tem na recepção dos hotéis (depois mais pra frente eu falo sobre como mascar as folhas de coca).
  5. Não tente correr ou subir rampas ou escadas rapidamente. Aprenda a "dosar" a caminhada e a respiração. Isso vai ser fundamental na trilha.
  6. Evite chá de coca antes de dormir (pelo mesmo motivo que você evitaria café). Se quiser tomar um chá antes de dormir prefira o chá de muña.
Chá de coca na recepção do hotel


O Relato

Na semana anterior ao Carnaval nosso grupo foi chegando. Eu cheguei na quarta-feira, o que me deu um tempo extra para aclimatar. Esses primeiros dias em Cusco foram para caminhar pela cidade, visitar alguns atrativos, fazer compras e arriscar algumas fotos street. 







Os cusqueños são extremamente simpáticos e receptivos com os turistas. A cidade é segura e limpa. Você pode andar com a câmera no pescoço e fotografar as pessoas, mas é comum ter que dar uma gorjeta (propina em espanhol). Um dolar, ou o equivalente em Soles (moeda local), costuma ser a "tabela" de gorjeta para tirar fotos.

Soles e Dólares são aceitos normalmente no comércio, e volta e meia alguém dizia aceitar Reais. Têm casas de câmbio por todo o centro turístico, mas você consegue melhores cotações na Av. El Sol.

Dá para se virar numa boa falando "portunhol" ou mesmo português. Mas é bom saber falar as expressões mais corriqueiras em espanhol, como gracias, perdón, buenos días, etc.

Na Plaza de Armas e arredores os vendedores ambulantes te abordam o tempo todo, mas basta dizer "gracias" para seguir tranquilo o seu passeio. No comércio local tem lojas de equipamentos de montanhismo, desde lojas pequenas até lojas de marcas conhecidas como North Face ou Patagonia.

O forte do comércio são as lojas de roupas. Mas tem uma pegadinha aí... No mercadão e no comércio mais simples quase tudo é de tecido sintético. Já nas lojinhas mais bacanas você encontra as roupas de tecidos mais nobres como a alpaca e baby alpaca. Ou seja, se você quiser prestigiar o povo local pode ser que você acabe comprando tecido chinês. 

Come-se muito bem em Cusco. Você pode optar pelos pratos menos exóticos - peixes, carnes, etc. E se tiver coragem experimente o Cui (porquinho da Índia). Não deixe de provar a chicha morada, que é um suco de milho roxo delicioso. E se você gosta de peixe cru prove o ceviche.

Um pequeno treino que a gente fazia todos os dias era subir da Plaza de Armas até a Iglesia San Cristóbal. Uma rampinha, depois uma escadinha, e agente chegava bufando lá em cima. 

Em San Cristóbal, com a artesã Dora

Quando a gente queria fazer um treino mais forte o destino era o Cristo Blanco, uma elevação acima dos 3.600m de altitude. 



Durante a nossa estada em Cusco o Cristo Blanco era o nosso "recorde" de altitude.


City Tour em Cusco

No sábado começou o nosso roteiro propriamente dito. Fizemos um city tour em Cusco e passeamos pelos templos do entorno.







No Templo das Águas subimos por uma estradinha a atualizamos nosso recorde, 3.850m de altitude e respirando relativamente bem. 

E fechamos o dia passeando pelos atrativos de Cusco




Vale Sagrado

No domingo acordamos bem cedo e fomos de van até o Vale Sagrado dos Incas. Visitamos uma criação de llamas, alpacas e vicuñas e fomos até as ruínas de Pisac, Ollantaytamno e Chinchero. 


Pisac

Pisac

Ollantaytambo

Ollantaytambo

Chinchero

Chinchero


À noite retornamos para Cusco para o briefing com o nosso guia para a Trilha Salkantay. A moleza ia acabar...


Trekking Salkantay - 1º dia

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Na véspera da trilha eu dormi muito mal. Estava me saindo muito bem com a altitude até então e me surpreendi acordando várias vezes sem ar. A sensação era horrível - eu sufocava dormindo e acordava assustado. Talvez estivesse tendo alguma apneia, que naquela altitude me deixava sem ar. No final sentei e fiquei esperando a hora passar.

A partida para a trilha foi de madrugada. Fomos numa van até a localidade de Mollepata, onde tomamos um café da manhã reforçado e seguimos até o início da trilha Salkantay, um lugar chamado Challacancha, 3.651m de altitude. 

O grupo agora estava completo...

Flaviane, Cris, Darlene, Felipe, Flavia, David e eu

O primeiro dia do Trekking Salkantay é o mais fácil - são apenas 3 horas de trilha até o acampamento em Soraypampa. Mas o trecho inicial é em subida e o nosso guia, Walter, ia fazendo paradas para avaliar o grupo e explicar mais detalhes da trilha e da cultura inca.


Numa dessas paradas ele tirou um saco de folhas de coca da mochila e os ensinou como usar. Basicamente você tem que botar um maço de folhas na bochecha e deixar os alcaloides serem absorvidos pela mucosa. Tem que ir pressionando ou mordendo de leve. Até esse momento a gente vinha mascando as folhas, o que tem menos efeito. 

Segundo o Walter - e nós comprovamos - as folhas hidratam a garganta, enganam a fome e os alcaloides dão uma resistência extra para os rigores da trilha em altitude.

Depois da primeira subida a trilha ficou bem suave e a gente chegou sem problemas em Soraypampa, onde nos acomodamos no famoso Sky Camp. 




Nossa primeira refeição no acampamento foi uma surpresa... comida variada e muito gostosa. Nossa expedição tinha dois chefs peruanos exclusivos... Coisa chique!



Depois de um rápido descanso a gente partiu para conhecer a Laguna Humantay. A gente olhava a trilha e parecia "logo alí". Mas nosso guia ressaltou bastante a dificuldade da altitude. Ia ser a nossa primeira incursão acima dos 4.000m.

O tempo que estava bem nublado começou a abrir... coisa de aventureiro pé quente... 

A subida que parecia fácil foi incrivelmente desgastante, mas o visual valeu todo o esforço.






Recorde de altitude atualizado, voltamos para nosso jantar no Sky Camp. Nesse teve até banana flambada com Pisco e os merecidos aplausos  para os nossos chefs...

À noite choveu forte, frustrando nossa intenção de fazer fotos noturnas das nossas "barracas" de vidro.


Trekking Salkantay - 2º dia

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Na nossa noite a quase 4.000m de altitude eu voltei a ter distúrbios do sono. Foi menos intenso que na véspera, mas acabei dormindo mal. A garganta seca, desde a chegada em Cusco, arranhava e dificultava a respiração. 

Amanheceu um dia bonito, que prometia lindas fotos. O Pico Salkantay agora se mostrava aberto pela primeira vez... 


Tomamos nosso café da manhã e iniciamos o temido segundo dia do Trekking Salkantay... pela nossa frente 8km de subida até os 4.638m de altitude do Abra Salkantay, passo entre os picos Salkantay e Humantay.

Eu, já no meu sexto dia de aclimatação, estava me sentido super bem. Me dava ao luxo de ficar para trás, fotografar e voltar acelerado para alcançar o grupo. Tava que nem pinto no lixo curtindo a paisagem...



Na primeira pausa para descansar no nosso guia fez a distribuição de folhas de coca para o grupo. Todo mundo de bochecha cheia, bora pra cima!







A primeira metade da subida transcorreu bem. Tempo frio, grupo descansado, subida suave... Mas logo a gente chegou num terreno mais rochoso e iniciou as "Sete Vueltas", uma dura subida em ziguezague...



Depois das "sete vueltas" surgiu um platô bem amplo. Fazia um sol gostoso e eu sentei ao lado da trilha e fique um bom tempo curtindo ali sozinho esperando o grupo se reunir. Aquela hora que a gente relaxa e curte...


Depois do descanso cheguei a subir a encosta de uma formação geológica chamada "morena", uma visão impressionante.



Grupo reunido, faltava o trecho final até o Abra Salkantay. Lembro do nosso guia dizer que poderíamos ter alguns distúrbios de altitude, inclusive sonhar andando... Eu estava super bem fiz esse trecho numa puxada só, mas acabei sonhando andando, uma sensação super estranha. 

E chegamos no Abra Salkantay, o ponto mais alto da trilha!!




A sensação de vitória se misturava a um certo receio quando começou a chover... Botamos os ponchos e iniciamos a descida. Ainda tínhamos um longo dia pela frente...

Essa descida na chuva foi bem desgastante...



Depois de uma longa pernada chegamos em um trecho mais aberto do vale chamado Wayracmachay. 



A chuva tinha ido embora e nós tivemos nossa última visão do Pico Humantay, no seu lado mais bonito. 



Em Wayracmachay nós almoçamos e partimos para o trecho final até Chaullay. O derradeiro esforço, novamente com chuva, cansados, quase anoitecendo...

A paisagem andina ficava para traz e agora a gente estava em uma região de selva. Descemos quase 1.800m verticais desde o Abra Salkantay. 


Trekking Salkantay - 3º dia

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A altitude mais baixa e a maior umidade do ar me proporcionaram uma noite bem dormida. E a gente tinha pela frente um dia mais fácil, uma longa e suave descida de Chaullay até o acampamento de Lucmabamba.

Começamos a caminhar de poncho, mas logo a chuva parou. Olhando para cima a gente via a incrível transição de Cordilheira dos Andes para Pré-Amazônia, que a gente tinha feito na véspera. O povoado de Chaullay ia ficando para trás.


A paisagem era diferente mas também bonita. Talvez mais comum para nós brasileiros. Muita água, muito verde, sempre descendo...


Uma avalanche recente nos obrigou a uma divertida travessia do rio por um carrinho aéreo...




E nos vilarejos surgiam oportunidades para fotos da população local.


Quase no final entramos numa fazenda e participamos de uma divertida experiência de fazer café, desde o tratamento do grão, torragem, moagem, etc. até a gente tomar o café que nós mesmos fizemos. Diga-se de passagem, um café delicioso. 

No meio da tarde chegamos em Lucmabamba, o acampamento com as acomodações mais espaçosas da trilha, os jungle domes.


Altitude menor, mais umidade, tudo voltando ao normal...


Trekking Salkantay - 4º dia

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Depois de um dia relativamente fácil e até monótono, a gente tinha outra "pauleira" pela frente. Começamos a caminhar antes do sol nascer e pegamos logo uma longa subida. O ar já não era tão rarefeito e o grupo subiu bem. 


Vencido o topo da montanha chegamos no Templo de Llactapata, de onde tivemos nossa primeira visão de Machu Pichu... e como estava longe...


No meio da foto a montanha e as ruínas de Machu Pichu.


Agora fazia calor, e tinha uma descida insana pela frente... Fomos até o fundo do vale, almoçamos e chegamos na Hidroelectrica. O trecho final é uma longa caminhada pelos trilhos do trem até Aguas Calientes... A trilha Salkantay chega em Machu Pichu pelo mesmo caminho que o arqueólogo Hiram Bingham descobriu as ruínas em 1911. 




Chegamos em Aguas Calientes bem cansados, quase anoitecendo. Dessa vez ficamos numa pousada e fomos jantar num dos muitos restaurantes de lá. A subida para Machu Pichu seria na madrugada do dia seguinte. 


Trekking Salkantay - 5º dia

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Madrugamos para chegar bem cedo em Machu Pichu. Uns foram de ônibus, outros pela trilha. O clima já era de festa - todo mundo curtindo a vitória.

Quando chegamos nas ruínas o tempo estava enevoado. Mas dava para ver que o sol ia dissipar a névoa... ficamos ali na maior expectativa...


Numa rajada de vento as ruínas apareceram. Magia pura... fiquei com os olhos cheios d'água...


Começamos a passear pelas ruínas sem aquela pressão de "chegar no fim da trilha" dos dias anteriores. Foi realmente especial. O trekking Salkantay já é uma trilha bonita mesmo sem contar a chegada em Machu Pichu. Mas com a chegada em Machu Pichu fica incrível.





Daí para frente começou o longo retorno - ônibus para Aguas Calientes, um trem panorâmico incrível para Ollamtaytambo, van para Cusco, mais um pernoite e cada um pegou seu voo de volta...





Se você quer entrar para esse mundo de aventura e fotografia participe dos nossos eventos:

Oficina de Fotografia para iniciantes - 28 e 29 de abril em Petrópolis

Tiradentes Fotowalk - 24 a 26 de maio

Expedição Fotográfica aos Três Picos e Vale dos Frades - 20 a 23 de junho - Feriadão de Corpus Christi

Paraty Fotowalk - de 28 a 30 de junho